quinta-feira, 1 de agosto de 2013

A administração pública brasileira incorpora cada vez mais estratégias e ferramentas de gestão do conhecimento e da informação em saúde


 

             A Gestão do Conhecimento e da Informação é discutida como ferramenta de incorporação de novas estratégias para acesso, disseminação de informação em saúde na esfera pública para fortalecimento da participação social.
             O VII Congresso Nacional de Gestão do Conhecimento na Esfera Pública (CONGEP) teve como tema “A gestão do conhecimento para a efetividade da administração pública com participação social” e contou com a experiência de vários órgãos do governo na implantação de modelos organizacionais, e em destaque, pelo setor da saúde, as iniciativas: 
1) a democratização do acesso à informação em saúde com o exemplo da acessibilidade da Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde (BVS/MS) às pessoas com deficiência visual  e 2) a Rede Nacional de Pesquisa (RNP) como articuladora da pesquisa colaborativa, adotando como exemplo, a Rede Universitária de Telemedicina (RUTE).
             A apresentação de Eugênia Calazans Coelho, Coordenadora-Geral CGDI/SAA/MS, destacou a missão da CGDI em garantir tratamento e acesso aos documentos do Ministério da Saúde e promover o intercâmbio e disseminação de informações em saúde necessárias à efetividade do Sistema Único de Saúde e à participação social. Nesse sentido, apresentou o projeto da Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde (BVS/MS) às pessoas com deficiência visual que se propõe a “garantir disponibilidade de informação na rede mundial de computadores, em igualdade de condições, a qualquer visitante ou usuário, independente de sua capacidade motora, visual, auditiva, computacional ou social”. Como resultados, o projeto já disponibiliza no portal da BVS/MS, o Diretório de Eventos/DirEVE, o Localizador de Informações em Saúde/LIS e 36 publicações no formato e-book.
           Ainda teve-se a apresentação da RUTE, iniciativa do Ministério da Ciência e Tecnologia, apoiada pela Financiadora de Estudos e Projetos e pela Associação Brasileira de Hospitais Universitários e de Ensino, pelo gerente Luiz Ary Messina, que realçou a necessidade em aprimorar projetos em telessaúde e incentivar novas inciativas no setor. A RUTE estimula a integração e a colaboração entre profissionais de saúde por meio de Grupos de Interesse Especial. Promovem debates, discussões de caso, aulas e diagnósticos à distância em um interessante conjunto de ensino e diagnóstico clínico. 
(...)
          A experiência da RUTE tem propiciado aprendizagem e aperfeiçoamento profissional pela construção de comunidades de prática capazes de gerar pesquisas colaborativas.             
          Existem 78 Núcleos de Teleconsultoria implantados em Hospitais Universitários e de Ensino em todos os estados do Brasil. Eles atendem mais de 1.500 Unidades Básicas de Saúde, atuando em parceria com o Programa Nacional Telessaúde Brasil Redes, financiado pelo Ministério da Saúde e Secretarias de Estado da Saúde.

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Assista ao vídeo:




FONTE: OPAS/OMS Brasil

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