terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Rio Grande do Sul é o quarto Estado com mais médicos no país


Gaúchos contam com 2,37 profissionais para cada mil habitantes, número acima da média nacional


O Rio Grande do Sul é o quarto Estado com maior número de médicos no país, de acordo com o estudo "Demografia Médica no Brasil", divulgado na segunda-feira (18) pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). O Estado possui 2,37 profissionais para cada mil habitantes, ficando atrás apenas do Distrito Federal (4,09), do Rio de Janeiro (3,62) e de São Paulo (2,64).
Ainda conforme o levantamento do CFM, Porto Alegre é a segunda capital com mais médicos no país, com 8,37 profissionais para cada mil habitantes. A capital gaúcha está muito acima da média nacional, que é de 2 médicos para cada mil habitantes, e perde somente para Vitória (11,61). Completam a lista das cinco capitais com mais médicos Florianópolis (7,72), Belo Horizonte (6,61) e Recife (6,27).
Porto Alegre é, ainda, a capital brasileira com mais médicos cadastrados que atuam no Sistema Único de Saúde (SUS), com 2,94 profissionais para cada mil habitantes. Neste quesito, o Rio Grande do Sul tem a terceira posição (1,40), ficando atrás do Distrito Federal (1,72) e do Rio de Janeiro (1,58).
Números revelam má distribuição

De acordo com o presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul, Rogério Wolf de Aguiar, os números do estudo demonstram uma irregularidade na distribuição de médicos no Estado e em todo o país.

— Enquanto Porto Alegre tem um número muito bom de médicos, há diversas cidades do interior do Estado carentes de atendimento. Faltam planos de carreira que possam fixar estes profissionais fora dos grandes centros, além de melhores condições de trabalho — declara.
Leia matéria completa na página 31 Zero Hora de hoje, 19/02/2013.
Dados do estudo
   225.024   médicos tiveram a movimentação analisada entre 1980 e 2009.
   107.114   se graduaram em local diferente de onde nasceram.
   27.107  permaneceram na cidade onde o curso foi feito - o que representa 25,3%.
       60%  desse grupo permaneceu em sete capitais (Rio de Janeiro, São Paulo, Porto    Alegre, Recife, Belo Horizonte, Salvador e Curitiba). 
FONTE: Zero Hora, 18/02/2013

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