sábado, 23 de outubro de 2010

Livros novos chegando...



             A Biblioteca começou a receber os livros solicitados para atender as disciplinas dos cursos!

          Na medida do possível, os mesmos estarão sendo disponibilizados para consulta e empréstimo e poderão ser consultados através da página da Biblioteca, no link "Aquisições do Mês".
 
               Tenham todos ótimos estudos!


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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

16 de Outubro – Dia Mundial do Anestesista


Parabéns aos Anestesistas pelo seu dia!



Um livro para mudar vidas


Cadeirante desde os 19 anos, Juliana Carvalho, 28 anos, publicitária, lançou  este ano o livro Na Minha Cadeira ou na Tua?, sobre sua experiência desde que uma inflamação de medula (mielite transversa por lúpus) a paralisou da cintura para baixo. Em entrevista ao caderno Vida de Zero Hora, do dia 9 de outubro, ela falou sobre a repercussão e o estigma que os portadores de deficiência ainda têm de suportar no país.

- O livro é como se fosse um diário. O capítulo antes da lesão eu narro no presente. O depois, no passado, pois não posso viver do passado. Terminha no futuro, o futuro que eu quero - conta a autora.

Zero Hora - Como está a repercussão do seu livro?
Juliana Carvalho - Tenho até fãs. Me acham no Orkut. Tem pessoas que me mandam presentes pelo correio. No meu aniversário, dia 3, recebi um cartão, figurinhas e um colarzinho. Várias pessoas me escrevem.

ZH - O que elas te dizem?
Juliana - "Tu mudaste a minha vida".

ZH - Em que o livro ajuda as pessoas que passam pelo mesmo problema que você?
Juliana - O processo de recomeçar a viver eu já passei. Um mês depois da lesão, voltei a estudar e a trabalhar. Muita gente não consegue isso, fica meses, anos sem fazer isso.

ZH - Por que não conseguem?
Juliana - Porque se deixam abater. Acho que comigo foi diferente porque não tive aquela conversa com o médico: "Tu vais ficar de cadeiras de rodas". Eu não sabia o que estava acontecendo. Começou um formigamento na perna, e não parava. Aí, em 48 horas eu estava tetraplégica. Depois voltaram os movimentos dos braços.

ZH - O que foi o mais difícil?
Juliana - O sexo. Levei cinco anos para voltar a transar.

ZH - Como é?
Juliana - Eu sei o que eu sentia quando alguém tocava a minha pele. Está tudo no cérebro.

ZH - Hoje ainda há muito preconceito em relação a pessoas com deficiência. Por que isso ocorre?
Juliana - Para acabar com esse estigma, é preciso convivência. O preconceito é falta de informação. As pessoas não sabem como lidar, têm medo.

ZH - Você tem esperança de voltar a andar?
Juliana - A grande aposta é a terapia celular. Vai rolar. É questão de tempo.



Fonte: Zero Hora, 9 de outubro de 2010. Vida, p. 3.  


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Parabéns Professor



Parabenizamos a todos os professores e professoras pelo seu dia!!


segunda-feira, 11 de outubro de 2010

12 de Outubro – Dia da Cirurgia Infantil

            Além do dia das Crianças e de Nossa Senhora Aparecida, amanhã se comemora o dia da Cirurgia Infantil, que, segundo Curti (1972) é uma especialização do final da década de 40 consolidada devido a visão da criança como criança, ou seja, com características próprias e não uma “miniatura do adulto”. Juntamente com a alta mortalidade observada quando esta era assistida em serviços cirúrgicos gerais e incidência predominante ou exclusiva de afecções.
            Para Vasconcellos e Melo (2005) o crescimento da cirurgia pediátrica só foi possível devido a avanços nos conhecimentos das particularidades anatômicas, fisiológicas, imunológicas e psicológicas das várias faixas etárias permitindo uma abordagem diferenciada de cada uma delas. E devido ao surgimento e aprimoramento das Unidades de Terapia Intensiva neonatais e pediátricas.
            Ainda que o bom entrosamento entre as equipes (cirúrgica, anestésica e clínica) seja de grande importância em qualquer tratamento cirúrgico, quando no tratamento de infantes este se torna imprescindível. Sendo também, fundamental o conhecimento científico aliado à sensibilidade de cada membro de uma equipe multidisciplinar na abordagem da criança.

            Aqui fica uma dica de vídeo, o cirurgião pediátrico Paulo Roberto Bueno falando sobre sua experiência em um hospital de Assis, SP.


            E, para quem tem interesse na especialidade, estão abertas as inscrições para a prova realizada pela Associação de Cirurgia Pediátrica com provas a serem realizadas entre os dias 19 a 21 de novembro em Belo Horizonte.

REFERÊNCIAS
BUENO, Paulo Roberto. Cirurgia pediátrica: uma brincadeira muito séria. Assis, [200-?]. 1 video online (11 min.): son., color. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=nGMWTeWPc9M&feature=related. Acesso em: 29 set. 2010.

CURTI, Primo. Cirurgia pediátrica. São Paulo: Sarvier, 1972.

VASCONCELLOS, Marcos Carvalho de; MELO, Maria do Carmo Barros de. Particularidades das faixas etárias pediátricas. In: PEREIRA, Regina Maria; SILVA, Ana Cristina Simões ; PINHEIRO, Paulo Fernando Martins. Cirurgia pediátrica: condutas clínicas e cirúrgicas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.


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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Devolução de livros no Mezanino da Biblioteca

    
          Esclarecemos a todos os usuários, que por motivos técnicos, o monta-cargas (elevador de livros)  da Biblioteca está em manutenção.

          Em razão disso, estamos solicitando que a devolução seja feita no balcão de atendimento do Mezanino.

          Assim que o problema for solucionado, a devolução poderá ser feita também no balcão de atendimento do térreo.

          Agradecemos a compreensão.


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Trabalhar em local barulhento pode aumentar o risco cardíaco


Mariana Pastore
Colaboração para a Folha


O que é ruim para os ouvidos também pode fazer mal ao coração. Segundo estudo, pessoas que trabalham em locais ruidosos há pelo menos um ano e meio têm três vezes mais chance de sofrer um grave problema cardíaco do que quem trabalha em ambientes silenciosos.


Os pesquisadores da Universidade de British Columbia, nos EUA, examinaram, entre 1999 e 2004, mais de 6.000 pessoas com mais de 20 anos de idade. O estudo foi publicado na revista "Occupational and Environmental Medicine".
Os participantes foram solicitados a classificar o nível de barulho nos seus locais de trabalho e há quanto tempo estavam expostos a ele.

Após o cruzamento de dados, os pesquisadores concluíram que quem trabalhava em locais mais barulhentos tinha até três vezes mais chance de ter um ataque cardíaco ou dores no peito.

Segundo o cardiologista Carlos Alberto Pastore, do Incor, trabalhar sob constante ruído facilita a liberação de hormônios relacionados com o estresse: a adrenalina e o cortisol. "O gatilho que acelera o processo inflamatório das artérias é o estresse."

No entanto, para o médico, o estresse só é um problema quando passa a ser constante. Nesse caso, o estresse excessivo deve ser considerado um fator de risco como qualquer outro.

"Tudo aquilo que está relacionado à esfera emocional é um problema de saúde tão grave quanto o colesterol."

Fonte: Folha de São Paulo, 7 de outubro de 2010. Cotidiano, C5.

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Montaria reabilita vítimas de derrame, mostra estudo da Unicamp

IARA BIDERMAN
DE SÃO PAULO

Quando perdeu os movimentos do lado esquerdo do corpo, o mestre de obras João Batista Cerqueira Viana não sabia se iria voltar a andar a pé. Muito menos a cavalo.

Terapia com cavalos é mais usada em crianças e jovens.
Mas foi em cima da montaria que ele recuperou sua capacidade motora, comprometida por um derrame.
Viana, 61, foi um dos pacientes avaliados em uma pesquisa sobre o uso da equoterapia na recuperação de vítimas de AVC (acidente vascular cerebral).

A pesquisa, apresentada na Unicamp como tese de mestrado da fisioterapeuta Fernanda Beinotti, mostrou que o uso terapêutico da montaria em cavalos, além de ser eficaz, pode dar resultados mais rápidos do que a fisioterapia convencional.


Segundo Beinotti, não há na literatura científica nenhum trabalho controlado sobre o uso em adultos que sofreram derrame. "Já vi relatos de casos isolados mostrando melhoras. Quis fazer um estudo com mais pessoas e um grupo controle."

A fisioterapeuta selecionou pacientes que tinham tido derrame havia mais de um ano e que não apresentavam outras doenças, como hipertensão ou diabetes. Todos tinham grau de comprometimento motor semelhante: já conseguiam andar, embora não com marcha normal.

Durante 16 semanas, metade dos voluntários recebeu três sessões de 30 minutos semanais de fisioterapia convencional. A outra metade realizou, na mesma duração, duas sessões de fisioterapia e uma de equoterapia.

Foram dez participantes em cada grupo. "Não é um número grande, mas, pela primeira vez, foi usado grupo de controle. Além disso, a padronização [das condições dos pacientes e dos tratamentos] permite algumas conclusões mais objetivas."
RESULTADOS

Segundo Beinotti, os resultados mais significativos foram a recuperação da habilidade de contrair e relaxar os flexores plantares (músculos dos pé), a melhora nos movimentos da perna, a melhora no equilíbrio e no padrão da marcha (forma de andar).

O neurologista Eduardo Mutarelli, do hospital Sírio-Libanês, vê lógica nesse processo de reabilitação, mas desconhece outros trabalhos sobre a ação da equoterapia em casos de derrame. "Essa é uma pesquisa pequena."

Para Mirto Prandini, chefe do departamento de neurologia e neurocirurgia da Unifesp, a pesquisa mostra boas possibilidades. "Como no estudo, vítimas de derrame que não têm outras doenças podem ser beneficiadas."

 
Fonte: Folha de São Paulo, 7 de outubro de 2010. Cotidiano, C5.
 
 
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terça-feira, 5 de outubro de 2010

Nova temporada de "House"


           - Metade das pessoas que eu salvo não merecem uma segunda chance.

          Umas das máximas repetidas pelo dr. House, não se aplica ao própio personagem título do seriado médico.
          No próximo dia 28 de outubro, estreia a 7ª temporada na TV brasileira pelo canal Universal Channel. Nos Estados Unidos estreou no final de setembro.

         Elogiado pela crítica, o drama centrado nos intrincados diagnósticos que apenas House e sua equipe parecem ser capazes de decifrar, é também fenômeno de público na TV americana e no Brasil.

        Nesta nova temporada, o dr. House estará envolvido em um romance, mas segundo o seu temperamento, nem tudo será um mar de rosas, como também não vai ser a vida no hospital Princeton-Plainsboro.
Às vésperas da estreia da sétima temporada, a sexta está sendo lançada em DVD. Foi neste ano que, do vício em analgésicos aos relacionamentos fracassados, passando por traumas familiares e até a culpa pela morte da namorada do melhor amigo, House enfrentou quase todos os fantasmas que o assombravam desde a primeira temporada. Agora, parece pronto para outros.


House temporada a temporada:

O médico dribla o trabalho como pode para poder ver novela escondido. Nesse ano, enfrenta um farmacêutico milionário que manda no hospital e a ex-mulher, que aparece para que ele trate o atual marido dela.

Com a ex trabalhando no hospital, a série enfoca não só o que há entre os dois, mas os relacionamentos interpessoais de todos os médicos. O ano tem final emocionante, com House inconsciente após levar um tiro.

 Os problemas com a lei por causa do vício em medicamentos ficam mais fortes, mas a grande reviravolta é quando Foreman pede demissão: depois disso, Chase é demitido por House, e Cameron também parte, deixando o chefe só.

Os antigos colegas seguem no hospital e, depois de resistir, House enfim cria um processo de seleção a seu modo para montar uma nova equipe. O final é trágico, com um acidente de ônibus que mata um importante personagem.

Os problemas pessoais dos médicos ficam ainda mais fortes, e um deles acaba se suicidando. Isso tem consequências graves para House, que começa a usar metadona e tem até alucinações. Acaba o ano internado em um sanatório.

Após lutar para recuperar a sanidade e poder voltar à medicina, House consegue recuperar a equipe de médicos e até resolve assumir para si o que sente por Cuddy. Pena que ela já esteja em outra. 


Fonte: Zero Hora, segunda-feira, 4/10/2010. Segundo Caderno, p. 4-5


A Biblioteca possui o seriado House até a 3ª Temporada.


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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Prêmio Nobel de Medicina 2010

Robert Edwards com Lesley Brown, Louise Brown, primeiro bebê de proveta, e seu filho Cameron


O prêmio Nobel de Medicina, anunciado nesta segunda-feira, será entregue ao biólogo britânico Robert Edwards, criador da fertilização in vitro. O pesquisador desenvolveu um procedimento que permite fertilizar as células do óvulo humano em um tubo de ensaio e implantá-las no útero.

A pesquisa de Edwards culminou no nascimento de Louise Brown, primeiro bebê de proveta, em 25 de julho de 1978.

Segundo o comitê do Instituto Karolinska, que escolheu o ganhador do prêmio, "as conquistas de Edwards tornaram possível o tratamento da infertilidade, que afeta 10% dos casais em todo o mundo". Desde 1978, mais de quatro milhões de bebês foram concebidos através da técnica.

Leia mais: BBC Brasil 




sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Aula Magna na UFRGS sobre células tronco

Será realizada no Salão de Atos da UFRGS, aula magna com o tema: Celulas tronco: uma esperança para a medicina regenerativa? A aula será ministrada pelo Prof. Dr. Antônio Carlos Campos de Carvalho* da UFRJ. Não perca!! Evento: Aula Magna "Celulas tronco: uma esperança para a medicina regenerativa?" Local: Salão de Atos da UFRGS Data: 14 de outubro de 2010 (quinta-feira) Horário: 10 horas *Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1976), mestrado em Ciências Biológicas (Biofísica) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1979) e doutorado em Ciências Biológicas (Biofísica) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1983). É Professor Titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro, mas atualmente encontra-se cedido ao Instituto Nacional de Cardiologia (INC) onde exerce o cargo de Coordenador de Ensino e Pesquisa. É também Professor Titular Visitante do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York. Tem experiência na área de Fisiologia e Biofísica, com ênfase em Fisiologia Cardiovascular, atuando principalmente nos seguintes temas: comunicação intercelular, células tronco e terapias celulares. Publicou mais de 110 artigos plenos em revistas indexadas e mais de 10 capítulos de livros. Orientou 8 pós-doutores, 26 doutores e 18 mestres. É membro da Academia Brasileira de Ciências e da Academia de Ciências do Mundo em Desenvolvimento (TWAS). Atualmente é Membro do Conselho Diretor da Interational Union of Physiological Sciences. Em 2008 foi agraciado com a Ordem Nacional do Mérito Científico. Deixe seu comentário: